“Pai é quem cria!”

O reconhecimento da paternidade socioafetiva como fonte de esperança aos filhos não biológicos. Com a chegada da Constituição Federal de 1988, muitos direitos ignorados pela sociedade passaram a ter preferencial atenção do Estado, seja pela simples evolução costumeira já existente no corriqueiro dia a dia da população, seja pela verificação da necessidade de se efetivar …

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